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terça-feira, 1 de maio de 2018
segunda-feira, 30 de abril de 2018
sexta-feira, 27 de abril de 2018
PENSAR GRANDE
Vivemos sob o signo da mediocridade.
A mesmice é a sina da humanidade.
Inércia e inação competindo com a falta de vontade
e de iniciativa.
Pobre de quem vive em casa acomodado,
conformado com o que tem.
Geralmente pouco.
A espera do que nunca acontece.
Entre sonhos e tédio ver passar os dias.
Na clepsidra do alheamento.
Toda conquista requer ação e determinação.
Nada é de graça, nada cai do céu.
A não ser a chuva e às vezes, aviões.
A mediocridade contagia.
Medíocres governam, legislam em causas dúbias,
Enquanto outros trabalham feito robôs,
amam, copulam, adoecem e morrem.
E uma minoria tira ouro do nariz.
Feliz de quem vê o que os outros não veem.
Alheios a mediocridade que tudo consome e dissolve.
A medida que queimamos todas as pontes,
Desenganados na vida e no amor.
Subjugados por tudo o que passa e nunca passa.
Pois essa é a natureza humana.
Tudo conspurca e avilta.
Que não se prende a nada,
E no entanto, a tudo se prende.
Ao jugo dos vícios, das drogas, da promiscuidade.
Relapsa nos compromissos e obrigações.
Escuta o clamoroso chamamento.
Acorda para a vida adormecida.
Deixar um legado, algo para se orgulhar.
Se hoje vencido,
amanhã, a desforra...
A mesmice é a sina da humanidade.
Inércia e inação competindo com a falta de vontade
e de iniciativa.
Pobre de quem vive em casa acomodado,
conformado com o que tem.
Geralmente pouco.
A espera do que nunca acontece.
Entre sonhos e tédio ver passar os dias.
Na clepsidra do alheamento.
Toda conquista requer ação e determinação.
Nada é de graça, nada cai do céu.
A não ser a chuva e às vezes, aviões.
A mediocridade contagia.
Medíocres governam, legislam em causas dúbias,
Enquanto outros trabalham feito robôs,
amam, copulam, adoecem e morrem.
E uma minoria tira ouro do nariz.
Feliz de quem vê o que os outros não veem.
Alheios a mediocridade que tudo consome e dissolve.
A medida que queimamos todas as pontes,
Desenganados na vida e no amor.
Subjugados por tudo o que passa e nunca passa.
Pois essa é a natureza humana.
Tudo conspurca e avilta.
Que não se prende a nada,
E no entanto, a tudo se prende.
Ao jugo dos vícios, das drogas, da promiscuidade.
Relapsa nos compromissos e obrigações.
Escuta o clamoroso chamamento.
Acorda para a vida adormecida.
Deixar um legado, algo para se orgulhar.
Se hoje vencido,
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