segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
despautérios
Do quê reclamas, afinal ?
De ser mal-nascido ?
Pobre, feio, enjeitado ?
Ah, vida desgraçada !
Bem poucos conseguem fazer
do limão, limonada.
Mas já você...
Ora, deixe de fazer drama.
Imprevidente, imprudente,
despautérios espraias pelo átrio.
Novas notas, recorrentes desatinos.
Do quê reclamas ?
Segura tua cruz, irmão.
Branco, preto, mulato, rico, pobre
ou feio,
não importa.
É a índole que faz a diferença.
Pensa, simplesmente,
em ser como o riacho que a mata serve,
sem reclamar.
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