Deixe-me viver em paz.
Cuida do que é teu e já perdeu,
quando procuras em mim
meus defeitos e esqueces dos teus.
Quando julga-me no tribunal
em que te faz meu juiz,
sem direito a defesa.
meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...
Nenhum comentário:
Postar um comentário