A armadura de macho já não me interessa,
não tem mais serventia.
Afinal, me defender do quê, de quem,
se tudo o que me resta
é a fantasia ?
meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...
Nenhum comentário:
Postar um comentário