culpa e castigo
Eu te amei e consumi nosso amor
até à exaustão.
O niilismo da culpa me sentencia
a viver para sempre como pó.
O coração dissoluto se distrai lambendo
a memória,
em seu silêncio de seda.
meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...
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