o aborto
Não sou ninguém.
Não sou nada.
Não existi.
Não vivi.
Não senti.
Não nasci.
Sou apenas um embrião.
Do tamanho de um feijão.
Um aborto.
Mereço ser morto ?
meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...
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