domingo, 6 de setembro de 2020





As melhores coisas da vida são aquelas que a gente não têm. 

Porque depois que têm,deixam de ser.



 




 


Ah, Margarete, bela tentativa.

Mas desse seu teatro,

já conheço todos os atos.



Postagem em destaque

                              meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...