fruta proibida
No cofre dos desejos,
o coração, imantado,
à espera das sensações que o corpo
pede.
Compensações, diria, em contraponto
ao abandono
que paira como túmulo violado.
A vida obliqua só faz sentido no deleite.
Morder a fruta proibida.
meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...
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