pagando o pato
Ao largo do poluído estuário santista,
pescadores amadores se enfileiram,
com a maior paciência do mundo,
a espera do improvável : fisgar um peixe
que preste.
Os baiacus, coitados, é que pagam o pato.
meio sol, meio escuridão Louve-se a perenidade das coisas sem nome. O labor anônimo, o sacrifício velado às ca...
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