segunda-feira, 15 de abril de 2019
sábado, 13 de abril de 2019
partir em paz, é tudo que me apraz
Talvez eu não viva o suficiente para reaver
o que perdi, não importa.
Mesmo porque, nada garante que valeria a pena.
Provavelmente, não.
O que passou, passou. Nunca será igual.
Melhor ficar com as lembranças.
Melhor ainda, esquecer.
Fazer como tu, deletar.
Outra vida erigir.
Diferente, com outras pessoas.
Boas e ruins, convém não se iludir.
Outros enganos virão.
Nada é perfeito. Nada corresponde a nossos anseios.
Há sempre senões, decepções.
Nada à altura da eterna insatisfação humana.
Que mesmo àquilo que tem, não dá valor.
Que só quando perde, valoriza o que antes ignorava.
Posto que a convivência nos apequena.
A medida que revela o que somos.
O amor engana. O amor ilude.
Quem ama engana, ilude.
O amor só é grande quando chega ao fundo do poço.
E ainda assim sobrevive.
Ser desprezado, espezinhado, humilhado,
e ainda assim continuar amando.
Amor ou sandice ?
Que mesmo àquilo que tem, não dá valor.
Que só quando perde, valoriza o que antes ignorava.
Posto que a convivência nos apequena.
A medida que revela o que somos.
O amor engana. O amor ilude.
Quem ama engana, ilude.
O amor só é grande quando chega ao fundo do poço.
E ainda assim sobrevive.
Ser desprezado, espezinhado, humilhado,
e ainda assim continuar amando.
Amor ou sandice ?
Da loucura do amor padeço, mas já não sofro.
Nem dele preciso. Resignado em apenas sentir.
Não careço de ser feliz.
Não quero esse tipo de felicidade. A dependência de algo
que não controlo.
Não quero ser feliz, pagar o preço. Basta me sentir bem,
em paz.
Já fiz o que podia ter feito.
Agora, é relaxar.
Nem dele preciso. Resignado em apenas sentir.
Não careço de ser feliz.
Não quero esse tipo de felicidade. A dependência de algo
que não controlo.
Não quero ser feliz, pagar o preço. Basta me sentir bem,
em paz.
Já fiz o que podia ter feito.
Agora, é relaxar.
sexta-feira, 12 de abril de 2019
olhai por nós
Vida incognoscível, intransferível,
a todo momento principia e se extingue.
Aqui brota, ali jaz.
O real em surreal sem mais nem menos
se transforma.
Em parte, condicionada às nossas atitudes;
em outra, às peripécias do destino.
Consciência e inconsciência lado à lado,
o tempo irredimível aponta para um só fim.
Mundo de perpétua solidão, caminhos que
não percorremos.
Portas que jamais abriremos.
Tardio reconhecimento, inútil arrependimento.
Luz e trevas. Trevas e luz.
Condenados ao veredito das perdas irremediáveis,
das razões indecifráveis,
tragédias sem sentido,
amores desperdiçados.
a todo momento principia e se extingue.
Aqui brota, ali jaz.
O real em surreal sem mais nem menos
se transforma.
Em parte, condicionada às nossas atitudes;
em outra, às peripécias do destino.
Consciência e inconsciência lado à lado,
o tempo irredimível aponta para um só fim.
Mundo de perpétua solidão, caminhos que
não percorremos.
Portas que jamais abriremos.
Tardio reconhecimento, inútil arrependimento.
Luz e trevas. Trevas e luz.
Condenados ao veredito das perdas irremediáveis,
das razões indecifráveis,
tragédias sem sentido,
amores desperdiçados.
O futuro, sem futuro, atrelado aos enganos.
O tempo relapso estagnado no tédio, na fadiga.
A vida como era, e que num instante não é mais.
Senhor, olhai por nós,
agora e na hora de nossa morte.
A vida como era, e que num instante não é mais.
Senhor, olhai por nós,
agora e na hora de nossa morte.
quarta-feira, 10 de abril de 2019
ALGOZ
Na insana luta do homem contra a Natureza,
a Natureza é o algoz.
Algoz terrível, implacável.
Expele das entranhas terremotos, vulcões, furacões,
Tsunamis.
Fustiga com água, fogo, gelo.
Subjugado, inconsequente,
O ser humano insiste em
Sujar, poluir.
Sem se dar conta que piora ainda mais
As coisas.
Que quem semeia ventos, colhe tempestades.
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