terça-feira, 1 de setembro de 2026




Há muitos olhos em seu olhar.

Muitos sonos, sonhos, promessas descumpridas.

Nada do que você fala é verdade.

Teu brilho desfez-se pelos labirintos de uma mente

conturbada.

Em meu quase amar-te, o receio de perder-te sempre

falou mais alto.

Apego, anelo, desvelo, me obrigando a ser 

o que nunca fui.

Alguém que não soube envelhecer.

E que agora 

não sabe como sair de cena.







 

 

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