sábado, 13 de julho de 2019
sem meias palavras
Aqui abro meu coração.
Conto meus segredos, meus anseios,
minhas contradições.
Aqui é meu confessionário.
Sem direito à perdão.
Mesmo porque não me arrependo de nada.
Hoje, não mais.
Posto que inútil,
E se errei - e errei bastante,
também penei, fui sacaneado.
Não é à toa que estou só.
É o preço à pagar.
A cota que me cabe nesse latifúndio.
Ao qual estou me acostumando.
E aos poucos até gostando.
Sem precisar dar satisfações a ninguém.
Agradar por agradar.
Posso ser o que eu sou.
Um farsante, há quem diga.
Não ligo.
Sou isso que mostro aqui.
Cheio de defeitos, volúvel.
Como aquele personagem do Garcia Marques,
o coração com mais cômodos
que uma casa de putas..
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